Decifrar as confusões pedagógicas
Muitos músicos incorporam muito cedo erros funcionais. A busca por um relaxamento físico excessivo costuma gerar compensações nos ombros, punhos, abdômen, polegares, língua ou garganta.
Transmitidas de geração em geração, essas recomendações mantêm confusões que afetam o conforto ao tocar, a velocidade e a resistência.
Graças a uma abordagem consciente da anatomia funcional, essas ideias preconcebidas podem ser substituídas por referências confiáveis. O aprendizado ganha eficácia: a expressão, a velocidade e o prazer se tornam acessíveis.
O prazer de tocar nasce de um físico tônico aliado a uma mente relaxada, e não o contrário.














































